26.9.16

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain


24 filmes para 2016Tema: Estrangeiro

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain 
Dirigido por:
  Jean-Pierre Jeunet
Elenco: Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz
Duração: 2h02
Gênero: Comédia, Romance
Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor. [ADOROCINEMA]

Beatriz gosta de ler, de ouvir a trilha sonora de musicais e de assistir filmes fofos que nem esse. ♥

Eu conhecia O Fabuloso Destino de Amélie Poulain de nome e de pôster (porque como evitar esse sorriso da Audrey Tautou?), e acho que foi uma escolha clichê para essa categoria, mas fiquei grata pela oportunidade do desafio, já que nunca tinha assistido esse filme antes.

O jeito que a história é contada – como por exemplo logo no começo, quando apresenta os personagens e diz os gostos e desgostos de cada um – me fisgou e já gostei do filme só por isso. É bem divertido! E eu adorei a Amélie, tanto criança quanto adulta, o jeitinho da personagem é ótimo! Minha parte favorita é quando ela começa a ajudar as pessoas, eu ri demais com os planos dela. 

A fotografia e a trilha sonora são lindas, sem falar no francês dos atores – língua que eu acho linda, apesar de não entender nada. Além de ter um narrador nos contando a história, a personagem quebra a quarta parede em alguns momentos e fala com o espectador, além de olhar para a câmera. Me deu a sensação de que eu estava lá observando tudo, haha.

Só por um momento eu achei que o filme estava se arrastando um pouquinho, mas na verdade acho que era a minha ansiedade por querer ver as coisas já resolvidas – e com isso eu quero dizer o casal junto. O Nino, interesse amoroso da Amélie, me passou tanto aquele sentimento de “a sua loucura combina com a minha” que não tive como não ficar torcendo pelos dois. Me identifiquei muito com um certo personagem nessa hora, e comemorei quando ele fez o que tinha que ser feito!

Gostei muito de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (que nome grande!) e já ficou na minha listinha de filmes que quero rever. Além disso, fiquei sabendo que vai estrear um musical da Broadway baseado no filme, então mal posso esperar para conferir essa adaptação. Mais do que recomendo!


17.9.16

Nerve – Livro e Filme


Vee era o tipo de garota responsável, tímida, a que está sempre nos bastidores e não se destaca entre os amigos. Depois de uma decepção com a melhor amiga, ela tenta fugir desse padrão e se inscreve para participar do Nerve, um jogo de verdade e desafio – só que sem a parte da verdade.

E acabam por aí as semelhanças entre o livro de Jeanne Ryan e o filme a que ele deu origem.  Eu percebi que estou tendo êxito em separar livros de suas adaptações, porque nesse caso eu consegui gostar das duas histórias, mesmo elas sendo bem distintas.

É possível tirar uma crítica a nossa “necessidade de exposição” de ambas, mas é como se a história do livro fosse possível de acontecer atualmente, enquanto o filme parece mais um tema de um episódio de Black Mirror – talvez não impossível mas mais distante nem que seja pelo fato do celular nunca ficar sem bateria.

No livro, os desafios do Nerve são mais leves, coisas como “derrubar água em si próprio em uma cafeteria”, já no filme são bem mais perigosos, como o do trailer que é “pilotar a moto com os olhos vendados”. As pessoas se colocam nessa situação para ganhar fama  e prêmios (como dinheiro e produtos) que o jogo dá a cada desafio cumprido. Não é difícil de imaginar que as pessoas jogariam Nerve se isso existisse fora da ficção.

O desenrolar foca bastante nos Observadores, que pagam para acompanhar os desafios o tempo todo, e acabam tornando-se insensíveis ao sofrimento dos Jogadores. Se tem gente disposta a se colocar em risco, com certeza tem os que incentivam e se divertem assistindo.

Eu entendo porque o filme foi bem diferente, e até acho que as mudanças foram positivas e favoreceram esse formato. Os desafios me deixaram aflita, era uma tensão constante. E as regras do Nerve eram bem mais rígidas, o que contribuía para o clima, pois teriam consequências graves. Achei que a história de alguns personagens, como o Ian, foram mais explicadas aqui. E o final concluiu bem as coisas. Gostei da Emma Roberts (ainda que eu tenha tido dificuldade para aceitá-la no papel de menina que sofre, pra mim ela vai ser sempre a “Surprise, bitch”) e do Dave Franco, comprei o romance deles.

No Nerve do livro, fui iludida que nem a Vee, com a falsa sensação de poder parar a qualquer momento até o negócio ficar feio de repente. Aqui nem tudo é tão explicando quanto no filme, apesar de achar a história da Vee mais interessante. A leitura fluiu, e eu gostei de acompanhar os desafios, mesmo eles não me deixando tão desesperada quanto os do filme. A única coisa que me incomodou foi o final aberto. A autora não tem planos de uma continuação, e no fundo eu espero que continue assim. Melhor ficar sem respostas do que uma continuação ruim.

Recomendo Nerve, tanto filme quanto livro. É o mesmo tema contado de maneiras diferentes, ambas que cumprem seu papel de entreter (e talvez te deixar pensando em como o pessoal é doido), e não fica repetitivo, porque os desfechos são totalmente diferentes.

E vocês, já assistiram/leram? Seriam jogadores, observadores ou passariam longe?


15.9.16

A Noviça Rebelde


24 filmes para 2016Tema: Clássico



A Noviça Rebelde
Dirigido por:
  Robert Wise
Elenco: Julie Andrews, Christopher Plummer
Duração: 2h54
Gênero: Musical, Romance
No final da década de 30, na Áustria, quando o pesadelo nazista estava prestes a se instaurar no país, uma noviça (Julie Andrews) que vive em um convento, mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta religiosa, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp (Christopher Plummer), viúvo que tem sete filhos e os educa como se fizessem parte de um regimento. Sua chegada modifica drasticamente o padrão da família, trazendo alegria novamente ao lar dos Von Trapp. Ela conquista o carinho e o respeito das crianças, mas termina se apaixonando pelo capitão, que está comprometido com uma rica baronesa. [FILMOW]

A Noviça Rebelde é um filme musical de 1965. É um clássico, e apesar de gostar muito do gênero eu nunca tinha o assistido antes.

Logo nos primeiros minutos, quando Julie Andrews, no papel de Maria canta a primeira canção, já me senti familiarizada com o filme. Percebi que conhecia a maioria das músicas e entendi as referências que tinha visto em tantos outros filmes e livros.

The hiiiils are aliveee, with the sound of muuusic…
É preciso certa paciência para assistir o filme, já que ele tem quase três horas de duração, e inclusive um intervalo. A primeira parte é mais divertida, já que vemos as confusões que Maria apronta no convento, e depois com as crianças da família von Trapp, desafiando o Capitão.

A segunda parte é mais séria, já que trata da anexação da Áustria a uma Alemanha nazista e de como a família é afetada por isso.

Achei muito bonita a forma como a Maria consegue mudar a relação do Capitão com os filhos, até me emocionei ao ver que o homem foi amolecendo, haha. E ela consegue isso com a música! Então confesso que esse título em português, A Noviça Rebelde, agora me incomoda um pouco. A música tem um peso muito maior para a história do que as trapalhadas da Maria, o que condiz com o título original The Sound of Music.

É um filme gostoso de assistir, e fiquei com as músicas na cabeça por muito tempo (até fui rever a apresentação linda da Lady Gaga no Oscar). Recomendo!

10.9.16

Compras da Bienal e Metas de Leitura


O “compras” do título, assim, no plural, pode te levar a acreditar que eu fali na Bienal. Não foi bem assim.

Nunca fui frequentadora assídua da Bienal do Livro de São Paulo. Lembro de ter ido quando tinha uns 7 anos, e depois disso fui em outros 3 anos. A última vez tinha sido em 2012.

Eu imaginava que esse ano estaria lotado, mas não estava preparada para o tanto de gente que tinha lá! Fui no dia 03/09, o último sábado. E era fila pra tudo: fila para pegar o ônibus na estação de metrô, fila para a bilheteria, fila para entrar nos estandes!, fila para o caixa, fila para tirar foto, fila para comprar comida, etc. Alguns dos estandes que não limitavam a entrada estavam praticamente impossíveis de circular (oi, Intrínseca)!

Os preços, pelo menos dos que eu vi, estavam os de sempre de Bienal: livros mais baratos do que na livraria, mas mais caros do que na internet. Na maioria dos estandes você ganhava desconto se levasse vários livros. Quase que eu nem ia comprando nada, justamente pelas promoções da internet e por ter comprado um Kindle recentemente, mas não consegui resistir, tive que trazer alguma coisinha.

Mesmo com toda a lotação eu achei que foi legal. É sempre bom ver um monte de livro (quem sempre para em livraria sabe), pegar alguns marcadores, olhar autores de longe (porque falar com eles mesmo não deu hahaha)… Esse ambiente me inspira a ler. O problema é que apesar desse clima eu sinto uma ressaca literária chegando. Então, decidi pegar a receita que me fez ler 50 livros ano passado: um desafio. Ao contrário do Reading Challenge, esse foi criado por mim mesmo e eu o chamo de “Bia vai ler todos os livros que comprou”.

Segue a lista que é pra “oficializar” e eu poder trazer os resultados depois, haha.

Boa Noite – Pam Gonçalves
Aquisição da Bienal! Já tinha ouvido falar da Pam, mas nunca vi seus vídeos no Youtube. Eis que nessa época de Bienal vi as pessoas comentando de Boa Noite e a sinopse me atraiu. Quando consegui entrar no estande da Record, acabei trazendo. É um livro curtinho (240 páginas), então acho que não terei problemas em lê-lo rápido.

Os Bons Segredos – Sarah Dessen
Aquisição da Bienal! Eu achei a capa desse livro linda (e adoro essa da Seguinte em colocar um marcador de páginas na orelha do livro). A sinopse também me fisgou, e aliado ao fato de eu só ter lido um único livro da tão elogiada Sarah Dessen até hoje (que eu gostei bastante), eu trouxe Os Bons Segredos comigo.  :) Engraçado que no verso tem um comentário da Pam Gonçalves dizendo que Sarah Dessen nunca decepciona, haha.

Wicked – Gregory Maguire
Esse eu comprei na semana da Bienal. Wicked provavelmente é o meu musical favorito (já vi 3 vezes, e tenho planos de ir pelo menos mais uma vez), e claro que com isso eu preciso ler o livro que deu origem ao espetáculo. Essa leitura se mostra um verdadeiro desafio, porque a história do livro é completamente diferente da do musical – é como se esse último fosse uma versão da Disney se comparado ao livro. Já tentei ler duas vezes e abandonei, agora que eu comprei, essa leitura vai ter que sair!

Faz 84 anos que eu comprei esses livros
Star Wars: Provação – Troy Denning
Comprei em dezembro do ano passado e tá encalhado aqui na minha estante. Mas eu ainda continuo empolgada com Star Wars, então tenho fé de que não demorarei a ler o livro (ou então vai continuar esperando até o lançamento de Rogue One, quando eu vou estar mais empolgada ainda e finalmente lerei).

A Fúria dos Reis e A Tormenta de Espadas – George R.R. Martin
Eu comprei esses livros em 2012. Dois mil e doze! Ano passado eu finalmente terminei o primeiro. Resolução de ano novo é que eu terminaria esses dois, estou me esforçando pra cumprir. Pior que nem sei porque esses livros ficaram empacados, pois eu adoro a série. Vai ver forças maiores estão agindo para eu ler no ritmo que o George R. R. Martin escreve e depois não ficar sofrendo que ele ainda não lançou o resto.

A Mediadora – Lembrança – Meg Cabot
Eu li o conto antes desse livro, e só descobri que a continuação já tinha sido lançada quando estava na fila do caixa do estande da Record (tava sabendo legal, né? E não, eu não voltei para ir buscá-lo). Então e-book é o que temos. Mas eu amo essa série e estou bem ansiosa pra ver o que a Meg fez aqui por favor, não tenha arruinado tudo.

Objetos Cortantes – Gillian Flynn
Faz tanto tempo que eu estou falando que vou ler esse livro que nem sei quanto anos ele está na lista. Já li as primeiras páginas umas 3 vezes antes de largar para ler outra coisa. Esse ano eu leio!

Não Pare! – Fml Pepper
Esse eu ganhei da Amazon! Depois li uma entrevista com a autora, achei ela simpática (nem imaginava que ela era brasileira!) e a sinopse interessante. Estou enrolando um pouco porque sei que é uma série, e se eu gostar quero ler um em seguida do outro. 


E vocês, estão lendo tudo o que compram ou tá tudo meio acumulado que nem aqui?

4.9.16

(Finalmente) comprei um Kindle!


Há mais de um ano eu falei que considerava adquirir um e-reader. Demorou, mas finalmente comprei um: o Kindle Paperwhite. Esse é o e-reader da Amazon. Tem tela de 6 polegadas e iluminação embutida.

Já tinha feito várias pesquisas entre os modelos e marcas e o Kindle Paperwhite era a minha primeira opção. A compra demorou porque achava o valor um pouco salgado – esse modelo com luz é bem mais caro do que o modelo simples (principalmente se ele estiver em promoção). Mas, eis que a Amazon deu um desconto no Paperwhite e eu aproveitei!

O que me levou a comprar o e-reader é que eu já leio livros digitais há bastante tempo e em grande quantidade (por exemplo, do Reading Challenge que fiz ano passado, dos 52 livros lidos ao menos uns 40 eu li em e-book). Então estou mais do que acostumada a ler desse jeito. Já tinha o aplicativo do Kindle (e o Play Livros também) no celular, e embora não me incomode de forma alguma ler assim, como é algo que venho fazendo com bastante frequência decidi investir num dispositivo próprio para isso.

De vantagens, eu já sabia das facilidades em adquirir livros  (começar a ler instantaneamente, poder adquirir livros em outros idiomas) e as de leitura (dicionários, marcações, poder levar pra qualquer lugar sem peso, além de sincronizar a biblioteca com vários dispositivos), o que eu já tinha presente no celular. Eis o que me surpreendeu no e-reader…


Tela

O grande trunfo do e-reader é a tela de e-ink que se aproxima do papel e não emite reflexo e nem fica com marcas de dedo. A única desvantagem é que a tela não é colorida, mas como é raro eu ler livros com figuras, acho que as vantagens compensam esse detalhe.

Comparação 1: Ambiente interno. Celular com brilho em 50%; Kindle sem a iluminação interna ativada; Livro.

Gostei bastante do touch do Kindle, respondeu mais rápido do que eu esperava. Não é tão fluído quanto um celular ou tablet (porque a tinta tem que “carregar” a página), mas não é nada que nem de longe atrapalhe.

Achei que a escolha pelo modelo com luz se mostrou acertada, porque não tem como ler com ele no escuro se a iluminação interna não estiver ativada. Durante o dia ou com a luz do ambiente acesa, não encontrei dificuldades para enxergar a tela, de noite/em ambientes mais escuros cheguei a ativar a iluminação em um dos primeiros graus para ler mais confortavelmente.

Comparação 2: Sob luz do sol. Celular com brilho em 100%; Kindle sem iluminação interna ativada.
(Eu juro que tentei dar uma limpada na tela do celular antes dessa foto, haha)

Bateria

Por usar a tinta eletrônica, o e-reader só gasta energia ao virar a página, depois que ela já foi carregada ele pode exibi-la sem diminuir a carga da bateria (e é por isso que no modo de descanso ele fica exibindo uma imagem bonitinha).

O Kindle veio com uns 50% de bateria e eu completei a carga. A Amazon promete até 6 semanas de uso, mas em certas condições (sem a luz, meia hora por dia de leitura, etc.). Uma semana depois, tendo utilizado ele principalmente com a luz e o WiFi ativados várias vezes ao dia, a carga está em 50% de novo, o que me leva a deduzir que a bateria para mim está durando 2 semanas. Acho que esse tempo pode ser melhorado se eu lembrar de colocá-lo no modo avião e desativar a iluminação. :) Mas ainda assim achei um ótimo período, em que não tive que deixar de ler para carregar o dispositivo ou ler do lado da tomada (como já aconteceu com o celular, haha).

Enviando arquivos

Eu já sabia que seria fácil transferir os livros via USB, mas o que me surpreendeu foi a função Send to Kindle. Eu tenho a utilizado de 3 formas:

  • E-mail: É só mandar um e-mail para o endereço do seu Kindle com o arquivo anexado;
  • Pelo programa: A Amazon tem um programinha que adiciona a opção “Send to Kindle” quando você clica com o botão direito em cima de um arquivo, e aí dá pra mandar direto do computador;
  • A extensão do Chrome: Essa extensão adiciona um botão que permite enviar para o Kindle notícias, postagens de blog, etc., direto do navegador (é a minha favorita) <3

Tem como escolher se você quer que o arquivo fique salvo na nuvem (podendo ser baixado em todos os dispositivos) ou só no Kindle mesmo.  Achei essa facilidade muito boa!

***

Eu recomendo um leitor de livros se você, que nem eu, já lia bastante no celular/tablet, ou se tem dificuldade em ceder ao livro digital – a tela de e-ink pode te ajudar a se acostumar nesse caso, pois é bem diferente da de um tablet ou celular.

É importante levar em consideração pra qual tipo de leitura você quer usar o dispositivo: não vejo boas recomendações de quem comprou querendo ler material acadêmico, já que o e-reader não se comporta muito bem com PDFs (passei alguns para testar, e apesar de abrir e eu conseguir ler, não ficou tão bem formatado quanto um livro digital; com o PDF convertido não tive problemas, mas ele era só de texto mesmo) e nem exibe cores. Não é recomendado também para ler quadrinhos, justamente pela ausência de cor (apesar de que dá para ler mangás).

Optar pelo modelo com luz ou não vai do seu hábito de leitura. Eu, como sempre gosto de ler antes de dormir, já sabia que precisava muito da iluminação interna!

Se a sua finalidade é ler os livros mais populares, você não encontrará problemas e provavelmente se apaixonará tanto quanto eu por esse aparelhinho. ;)