29.6.16

Leituras de Junho


Fiquei muito feliz que mesmo ocupada com a faculdade eu não parei de ler. Meu ritmo de leitura diminuiu bastante (como vocês vão ver pela graande quantidade de livros lidos), mas não parei! Pra falar a verdade, desenvolvi um novo hábito, que é ler no metrô e utilizar esse tempo no transporte para algo útil, haha.

Em maio eu li os três livros que faltavam para eu completar a série Millennium, de Stieg Larsson, que tinha começado ano passado com Os Homens que não Amavam as Mulheres. Estou assistindo aos filmes suecos, adaptações da série, e espero um dia voltar aqui com um post falando exclusivamente dela.

Agora, os livros que li em junho foram...

O Amor nos Tempos do Ouro - Marina Carvalho

Falei em outro post como foi conhecer a Marina e agora estou aqui pra de fato falar o que eu achei do livro. Ambientado em Minas Gerais, por volta dos anos 1730, O Amor nos Tempos do Ouro conta a história de Cécile, uma jovem que acabou de perder a família e se vê obrigada pelo tio, seu único parente vivo, a casar com Euclides da Cunha, um homem rico e também cruel, dono de escravos. Para levar a moça da casa do tio até ao noivo, Fernão, um explorador, foi contratado. Durante a viagem, Cécile e Fernão se aproximam e aí já dá pra formar a torcida para que eles fiquem juntos.

A protagonista é o tipo de mocinha que eu gosto, porque ela é determinada, teimosa (haha), e a do tipo que se salva, não fica esperando uma ação só do mocinho. ;)

Eu gostei bastante da escrita da Marina, mesmo usando a linguagem da época, é muito fácil se prender na leitura. Cada capítulo começa com um trecho de uma poesia - o que eu achei muito interessante - e ela ainda mescla esses capítulos narrados em terceira pessoa com trechos do diário de Cécile.

Só teve uma coisa lá pelo final que me deixou triste - e sem entender a motivação pra tal acontecimento, porque me pareceu que era só pra ser triste mesmo. Mas quando eu achava que sabia o que ia acontecer (e já estava até ficando com raiva), a Marina me surpreendeu. Como vi que vai ter uma continuação, espero que as consequências desse ~acontecimento~ sejam exploradas, e que a autora continue me surpreendendo positivamente. Acho que vocês deviam ler também, pra eu não sofrer sozinha esperando o próximo livro, haha.


Depois de Você - Jojo Moyes

Eu gostei muito de Como Eu Era Antes de Você, e não pude deixar de ficar animada ao ver que a continuação (e o filme, que mal posso esperar pra ver) foi lançada. E justamente por ser continuação, essa minha opinião aqui conterá spoilers do primeiro livro.

No começo, a leitura fluiu super bem, estava curiosa para saber o que a Lou faria da vida, agora sem o Will. E ela está bem perdida - a família não fala com ela porque não consegue aceitar a sua participação na morte do Will, ela trabalha num bar com um chefe horroroso, mora num apartamento mal mobilhado, e claro, ainda não superou o ex. Alguns acontecimentos desse começo me deixaram empolgadíssima - como o aparecimento de Lily, a filha de Will.

Mas desse ponto em diante o livro passa tanto tempo falando dos problemas da Lily, e a Louisa deixa a vida estagnar por se sentir responsável pela menina... Que olha, fui ficando desinteressada e com raiva. Não cogitei abandonar a leitura porque ainda tinham algumas partes boas, como todo o grupo de apoio e como eles lidam com o luto, a família da Lou - a mãe dela feminista é uma das melhores partes! - e o Sam, o interesse amoroso.

Ao chegar no final, descobri que o livro que eu esperava - a Louisa seguindo com a vida mesmo - talvez fique para um próximo, foi deixado um gancho ali no último capítulo. Mas na verdade eu nem sei se quero outro livro, porque o que eu senti é que deveria ter ficado só no Como Eu Era Antes de Você. :/


E vocês, leram muito esse mês?

25.6.16

Lendas do Crime


24 filmes para 2016Tema: Biográfico


Lendas do Crime
Dirigido por:
Brian Helgeland
Elenco: Tom Hardy, Emily Browning, Taron Egerton
Duração: 2h12
Gênero: Biografia, drama
Os gêmeos Ronald Kray e Reginald Kray (Tom Hardy) foram gangsters que aterrorizavam Londres na década de 60. Por trás de inúmeros assaltos à mão armada, ataques e assassinatos, eles ainda eram donos de uma das casas noturnas mais famosas da cidade. Baseado no livro "The Profession of Violence: The Rise and Fall of the Kray Twins" de John Pearson, que conta a história real dos gêmeos Kray. [FILMOW]
Tom Hardy em dose dupla - foi essa a minha principal motivação para assistir ao filme, e ele não me decepcionou na pele dos gêmeos Ronnie e Reggie Kray.

Os Kray eram gangsters na Inglaterra, durante os anos 60. Cometiam crimes, eram donos de clubes, subornavam policiais, políticos e eram envolvidos com famosos. O filme começa com eles já estabelecidos e os acompanha até a queda.

Eu senti que o filme deu mais destaque ao Reggie, principalmente porque a narradora do filme é Frances (papel de Emily Browning), sua namorada, então grande parte da história é dedicada ao romance dos dois. Gostei muito dela (e de seu visual, o figurino era lindo) e a personagem me surpreendeu no fim do filme. Já Ronnie, que era esquizofrênico, fazia várias "burradas" que sobravam para o irmão tentar consertar.

Achei a primeira meia hora um tanto quanto lenta, mas depois estava entretida, principalmente quando foi chegando no final, em que eu mal percebi o tempo passar. E, sabendo que ambos personagens eram interpretados pelo mesmo ator, eu prestava atenção redobrada nas cenas em que eles apareciam lado a lado - e essas foram bem poucas, talvez porque em todas dê pra perceber algo um pouco esquisito...? Não ficou uma junção a la Orphan Black não, mas não foi nada que prejudicasse o filme, haha.

Apesar de serem os protagonistas, não consegui torcer pelos Kray. Me interessei pela história, sim, mas achei que o desfecho foi justo. A única personagem que despertou minha simpatia foi a Frances, que eu penso que não merecia estar no meio disso tudo.



E se você gosta de filmes, aproveito para recomendar uma tag que a Ana Carolina começou no blog dela, a Netflix Além. Eu participei desse primeiro post, e falei o que achei do filme Shame, protagonizado pelo Michael Fassbender. E sim, é aquele em que ele aparece como veio ao mundo! Só passar lá pra ler. :)

18.6.16

Blogagem Coletiva - Summer Love


Nesse mês atrasou tudo aqui no blog e na vida em geral, porque final de semestre na faculdade é sempre complicado. (E aí por mais que eu quisesse atualizar, entre o blog e minhas notas rola sempre uma prioridade óbvia para as notas.)

Enfim, agora que o pior já passou, volto aqui com um post cujo tema é da Blogagem Coletiva da Liga Nerd Girls. Bati o olho no tema e fiquei torcendo pra dar tempo de postar antes do mês acabar: Summer Love (no inverno mesmo, mas não tente fingir que não vem Grease na sua cabeça... Summer loving had me a blast ♪), o crush-personagem!

Então, eis a minha lista...

Matt Murdock – Demolidor


Advogado (cego) de dia, herói mascarado de noite. O Matt, como muitos outros heróis, quer ajudar as pessoas de sua cidade, e ele faz isso seja advogando em favor dos menos favorecidos (e arrastando o amigo e sócio Foggy nisso) ou acabando com os bandidos, a máfia, os vilões...
A gente se desentendeu um pouco durante a segunda temporada da série, porque eu não concordei com algumas coisas que ele fez, mas ainda assim Matt continua como crush. Só que é daqueles que de longe você vê que não dá pra ter um ~relacionamento sério~ porque essa coisa de identidade secreta é muito complicada, haha.


Jon Snow – Game of Thrones


O Jon, bastardo de Ned Stark, sempre foi um dos meus personagens favoritos de Game of Thrones, ainda que, se comparado aos outros, a história dele fosse um pouco parada. Então, nem precisa dizer que eu fiquei muito feliz que nas últimas temporadas ele tem feito bastante coisa e que a história dele esteja progredindo (embora certos sustos tenham sido desnecessários, sabe?)

Aguardando ansiosamente os próximos episódios pra ele continuar mostrando que sabe sim das coisas, haha.


Poe Dameron – Star Wars


Esse foi “amor aos primeiros minutos de Star Wars”, o piloto da Resistência, dono do BB-8 e com um humor daqueles – e olha, nem vou dizer que o rosto do Oscar Isaac não contribuiu para o fator crush instantâneo. Pena que a participação dele foi curta, e aí é muito triste pra achar produtos do Poe Dameron e eu tenho que ficar procurando mais conteúdo dele no universo expandido. Já estou dando como garantido uma maior aparição dele no próximo filme, não me decepcione, Disney!


Bucky Barnes – Capitão América


Já estou naquele nível “Se eu amasse mais o Bucky eu seria o Steve”. O melhor amigo do Capitão América, capturado e transformado em uma arma da Hidra, O Soldado Invernal. Ele não mereceu as coisas pelas quais passou, e em Guerra Civil só queria o colocar num potinho e proteger. E eu chorei com aquela cena pós-créditos. Não tente falar mal dele perto de mim!


Flynn Rider – Enrolados


Gente, pode crush de filme da Disney?
Enrolados é um dos meus filmes favoritos, eu já assisti tantas vezes que já decorei as falas e músicas. Acho muito fofo como o Flynn muda seu estilo de vida pela Rapunzel, adoro o senso de humor dele e não tem uma vez que eu não choro no final, me ajudem, gente. É um dos meus personagens masculinos favoritos!


E assim acaba a lista dos principais, porque se fosse falar de todos os personagens... 
Mas e vocês, também têm crushes em personagens? Me contem!