30.4.16

Inside Llewyn Davis


24 filmes para 2016Tema: Musicais

Inside Llewyn Davis
Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum
Dirigido por: Joel e Ethan Coen
Elenco: Oscar Isaac, Carey Mulligan, Justin Timberlake
Duração: 1h45
Gênero: Musical, Drama
Llewyn Davis (Oscar Isaac) está numa encruzilhada. Com seu violão em punho, acuado pelo imperdoável inverno novaiorquino, ele luta para viver como músico, apesar de enfrentar obstáculos quase intransponíveis - muito por sua própria culpa. Vivendo à mercê de amigos e estranhos, assustado com os trabalhos que encontra, as desventuras de Davis o levam de bares no Village a um clube vazio em Chicago, enfrentando uma odisseia para ter uma audição com um influente empresário musical - e depois voltar. [FILMOW]

“Ei, lembra quando o Poe Dameron e o Kylo Ren cantaram com o Justin Timberlake sobre não quererem ir pro espaço?” era uma piadinha frequente após o lançamento de Star Wars, fazendo referência a Please, Mr. Kennedy, uma música desse filme. Eu não me contentei em só ver a cena no Youtube, tive que assistir o filme.
 
Tinha um certo receio de não gostar do filme – resenhas que li falavam que era lento, melancólico (e é tudo verdade), além de eu não saber nada sobre música folk, muito menos desse cenário musical dos anos 60. Essa minha preocupação foi em vão, porque assim que o filme abriu com Llewyn Davis cantando eu já estava interessada – e acabei gostando o suficiente para ir pesquisar mais sobre, além de ficar ouvindo as músicas depois.

Llewyn Davis é um músico fracassado – sem teto, sempre buscando um sofá de algum amigo ou desconhecido onde passar a noite, não tem dinheiro nem para comprar um casaco de inverno. A relação mais significante dele é com o gato. Vi que muitos nessas resenhas o acharam meio babaca, mas é aquele babaca que a gente sente pena. Era tanta coisa ruim acontecendo com o Llewyn que eu ficava entre o “nossa, que dó” e o “meu filho, faz alguma coisa pra sair desse ciclo de só ter merda na sua vida” – porque dá a impressão de que ele só está nessa por causa de suas escolhas, e que não faz muito para mudar essa situação. O que me fez entender um pouco mais a Jean, personagem da Carey Mulligan, que sempre parece estar com raiva dele.  E é tudo um ciclo, desde o modo em que o filme é apresentado – o começo, que é com a cena final – até a vida do músico, que não passa por um arco de superação. Apesar disso, o filme tem seus momentos engraçados, como a já citada Please, Mr. Kennedy. 

Gostei bastante da trilha sonora, esse foi o primeiro filme que vi em que o Oscar Isaac canta, e ele não me decepcionou nem quanto a atuação, nem quanto a voz. A fotografia é toda fria – como o inverno de Nova York onde a história é ambientada – e acho que a única coisa que se destaca é o pelo alaranjado do gato.

Recomendo pra quem não se importar com histórias que não bem “vão dar em algum lugar” mas que ainda assim são muito interessantes.

“Se não é novidade, nem nunca envelhece, é uma música folk.”

29.4.16

Capitão América - Guerra Civil


Capitão América: O Soldado Invernal é (era?) o meu filme favorito de super-heróis num geral e claro, da Marvel. Entrei no cinema em 2014 sem expectativa nenhuma e saí de lá uma fã. Então seria eufemismo dizer que eu estava ansiosa pela continuação de O Soldado Invernal, já muito antes de anunciarem que seria uma adaptação de Guerra Civil. Como eu não conseguiria falar de outra coisa, já aproveitei que o tema da Liga Nerd Girls para a Blogagem Coletiva desse mês, como não poderia deixar de ser, é sobre esse tão aguardado filme!


Quando o governo cria um órgão para supervisionar os Vingadores, o super time de heróis se divide em dois. Um liderado por Steve Rogers e seu desejo em manter os Vingadores livres para defender a humanidade sem interferência do governo, e o outro que segue a surpreendente decisão de Tony Stark em apoiar o governo na fiscalização de seus atos.

Uma das minhas preocupações é que eu queria que fosse um filme do Capitão América – eu queria o desfecho história dele com o Bucky – principalmente porque esse é o último filme solo do Steve, e a trama de Guerra Civil me soava um pouco “Vingadores” demais. Mas não foi nada o suficiente para abalar meu entusiasmo, e pouco depois, conversas sobre como eles iam adaptar a trama dos quadrinhos – em questão de motivo, número de heróis/vilões, até mesmo sobre o Homem Aranha – eram comum entre eu e meus amigos. Eu perdoo aqueles que não são #TeamCap.

E então, depois de muita espera, finalmente chegava o dia de conferir Capitão América: Guerra Civil.

Não saí decepcionada porque o filme foi muito bom! É repleto de ação – lutas muito boas que te fazem vibrar com o que acontece – e de tensão. Eu pelo menos não senti que havia algum momento em que o filme te perde ou entedia, era uma coisa atrás da outra!

Tem vários personagens sim, mas o tratamento que cada um recebe é muito bem feito e não dá aquela sensação de que tem muita gente pra pouco tempo de filme. O Pantera Negra e o Homem-Aranha são muito bem apresentados e eu saí de lá com vontade de ver o filme dos dois logo – o Homem-Aranha rouba um pouco da cena, ele e o Homem-Formiga proporcionam as melhores risadas, já características dos filmes da Marvel.

Achei que cumpriu muito bem o papel em continuar a história de O Soldado Invernal e eu surtava um pouco toda vez que o Steve e o Bucky interagiam, haha! Ainda penso que ficou mais Vingadores do que Capitão América, mas isso não é necessariamente “ruim”, já que para minha surpresa, algumas das coisas que tinham sido esquecidas em A Era de Ultron (para o meu total horror!) foram esclarecidas. Sinceramente, achei que alguns heróis, principalmente o Homem de Ferro, foram melhor trabalhados aqui.

Como adaptação de Guerra Civil, ficou claro que foi feito o melhor para adequar a história no universo cinematográfico – não tem nada que foi seguido a risca, mas tem acontecimentos da HQ que foram adaptados e são reconhecidos no filme. E apesar de eu ser #TeamCap, é muito fácil ficar em cima do muro. Para mim, ambos os times tiveram erros e acertos (em alguns momentos você quer proteger e depois já está “assim não dá pra te defender”), e eu não esperava ficar tão tensa ao vê-los brigar. Não deu pra ativamente torcer por nenhum dos lados porque eu não queria ninguém derrotado, eu só queria que eles fizessem as pazes, rs. (Preciso dizer que rolou algumas lágrimas?)

Feiticeira Escarlate, Viúva Negra e Sharon Carter: umas lindas chutadoras de bundas, queria um filme de cada. ♥  Mas sério, elas são incríveis, e depois do desgosto que eu estava do que fizeram com a Natasha em Vingadores 2 foi lindo ver ela aqui.

Os filmes do Capitão América com certeza lideram a minha lista de filmes favoritos da Marvel. Guerra Civil para mim é o melhor filme do estúdio até hoje, mas acho que preciso assisti-lo mais algumas vinte vezes para ver se ele assume o lugar principal que O Soldado Invernal (meu eterno xodó) tem no meu coração, haha. Só posso recomendar que assistam, e permaneçam até o final dos créditos, porque como já manda a tradição, tem duas cenas bem legais. ;)

26.4.16

Leituras de Abril


Se ano passado eu cheguei a ler mais de 50 livros, esse ano eu relaxei de um jeito que tá complicado. Mas estou tentando voltar com as minhas metas e consegui ler três livros esse mês.

Brooklyn – Colm Tóibín

Brooklyn foi um dos filmes mais fofos que eu vi recentemente, e desde a sinopse na orelha do livro já dava pra ver que o filme foi muito fiel em contar a história de Eilis, uma jovem irlandesa, que por falta de oportunidades de emprego em sua terra natal vai morar nos Estados Unidos.

O livro é dividido em quatro partes, e as duas primeiras tratam da mudança de Eilis e seu período de adaptação no Brooklyn. A narrativa é tão boa, que mesmo focando no dia-a-dia de Eilis eu leria mais umas cem páginas facilmente. Por mais cotidiana que seja, a história me prendeu!

Na terceira parte o Tony, namorado que ela arranja, é apresentado e com ele vêm os momentos românticos da história. A quarta parte trata da volta de Eilis à Irlanda, introduz o Jim Farrell – que já vem pra criar um triângulo amoroso –, além de ter o grande conflito: afinal, Eilis volta para o Brooklyn (e para o Tony) ou fica na Irlanda (com o Jim)?

E foi aí que eu encontrei a maior diferença entre o livro e o filme. Apesar dos dois terem o mesmo final, cada um dá margem a uma interpretação diferente sobre os sentimentos de Eilis. No livro a relação com o Jim foi mais desenvolvida, o que deu mais peso a escolha que ela deveria fazer. O final do livro ficou quase em aberto, mas senti que ela se decidiu por causa de certas ações (talvez até um pouco arrependida), enquanto que no filme o motivo foi outro e eles amarram as pontas em torno disso. Mesmo desfecho, diferentes motivações.

Gostei muito da protagonista, as vezes me identificava com algumas de suas ações, mas nem de longe ia querer estar em sua pele e ter que decidir entre os dois rapazes e os lugares. Adorei a história e quando acabou fiquei querendo ler mais. ♥

 

O Duque e Eu – Julia Quinn

Muita gente fala dos romances de época e principalmente dos livros da Julia Quinn, eu nunca tinha lido nenhum da autora até então e decidi dar uma chance, com o primeiro livro da série Os Bridgertons. Além disso, é uma história onde o casal finge namorar – uma ideia de Simon para escapar de todas as moças solteiras que viam nele um possível marido, a qual Daphne concorda, pois esperava atrair mais pretendentes com a farsa. Não é preciso muito pra adivinhar no que que isso vai dar, né? E eu não nego que gosto dessas histórias clichês.

O que eu esperava do livro é que ele fosse uma leitura leve, só para passar o tempo, e isso ele cumpriu. Mas tiveram coisas que me incomodaram – como a constante afirmação “oh, a Daphne é a única moça que é legal, todas as outras são insuportáveis”, uma cena que beira o estupro, além de uma sensação geral de “sinto que não era bem assim que as pessoas se comportavam naquela época”.

Isso não significa que eu odiei o livro, ele só não me surpreendeu, mas teve os seus momentos engraçadinhos, os de romance… Fiquei até interessada nos irmãos da Daphne, já que cada um deles é protagonista de uma história – os demais livros da série. Não descartaria a possibilidade de continuar acompanhando Os Bridgertons, mas a série não é uma prioridade.

 

O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares – Ransom Riggs

Meu conhecimento sobre esse livro se restringia ao trailer do filme. Mesmo sem ter visto a sinopse, ou lido resenhas, sabia que a reação das pessoas eram positivas e isso me motivou a querer ler.

Agora que já o terminei, acho que é até difícil resumir toda a aventura de Jake. Ele cresceu ouvindo seu avô contar histórias sobre uma vida no orfanato com as tais crianças peculiares – uma super forte, outra que voa, e por aí vai. Mesmo o avô mostrando fotografias, as histórias dele são vistas com descrença. Não demora muito até que um triste acontecimento faça com que Jake vá investigar, ele acaba indo até a ilha onde o orfanato era localizado, e aí é só questão de tempo até ele ver que o avô falava a verdade.

As fotografias (sinistras!) foram base para o livro e foram recolhidas de colecionadores. Gostei do efeito delas, como ajudavam a compreender melhor a narrativa, e não só na questão de que era melhor para visualizar o que estava sendo descrito, mas elas também auxiliaram na transmissão de certos sentimentos  –  o texto não me deixou com medo, mas certas fotografias sim!, não recomendo a leitura de madrugada, haha.

Achei o começo do livro um pouco lento, mas não chato, e foi bom não ter sentido vontade de abandoná-lo porque adorei a reviravolta no final. Agora um dos pontos negativos é que o autor quis mexer com o tempo e, pelo menos pra mim, não deixou as coisas bem explicadas, tive que ler algumas coisas de novo para evitar o nó que isso dá na cabeça.

Não diria que amei o livro, mas é interessante sim – as fotografias são um grande atrativo – e me deixou curiosa para ler a sequência. Também espero que o Tim Burton tenha feito um bom trabalho na adaptação. :)

 

E vocês, leram bastante esse mês? Já leram algum desses livros?

15.4.16

O Artista


24 filmes para 2016Tema: Mudo

O Artista

O Artista
Dirigido por:
Michel Hazanavicius 
Elenco: Jean Dujardin, Bérénice Bejo 
Duração: 1h40
Gênero: Romance, Drama, Comédia
Hollywood 1927. George Valentin é um consagrado ator do cinema mudo a quem tudo e todos sorriem. A chegada dos filmes sonoros vai mergulhá-lo no esquecimento. Peppy Miller, jovem figurante, em contrapartida, será propulsada até ao firmamento das estrelas. [FILMOW]
QUE FILME LINDO!

Primeiro, eu devo admitir – muito envergonhada agora – que eu já fui assistir o filme toda cheia dos preconceitos, achando que por ser um filme mudo eu não ia gostar. (Lembra o que eu falei sobre sair da minha zona de conforto com esse projeto?) Claro que estranhei um pouco no começo – depois de anos acostumada com a musiquinha, ver o logo da Warner Bros. em preto e branco e sem som me causou a sensação de “o áudio do notebook não tá funcionando!”, haha.

Mas não demorou nada e eu já estava entretida com a história e a música acompanha perfeitamente o tom de cada cena. Também achei muito bacana ver como dá pra entender tudo direitinho sem o diálogo, só pela expressão dos atores. Só o que era essencial era mostrado, do já conhecido jeito do cinema mudo, no fundo preto com as letras brancas.

A história é até bastante simples – o ator do cinema mudo se recusa a aceitar os filmes falados, e com isso acaba esquecido e falido. E aí temos Peppy Miller, estrela do cinema falado que começou sua carreira com George Valentin e decide ajudá-lo. E óbvio que eu fiquei torcendo pra ele dar a volta por cima!

Apesar de ter umas cenas dramáticas, eu achei o filme bem leve. Os personagens são carismáticos, e  não tem como não se apaixonar pelo cachorrinho, que é o melhor amigo do George.

E o final, O FINAL!! Achei lindo demais, até chorei. Reassisti a última cena pelo menos umas cinco vezes. (Na verdade, até parei aqui de escrever o post para ir assistir mais uma vez.) Só posso dizer para assistirem, e que eu espero que assim como eu, vocês não se arrependam. :D

11.4.16

Batom Marronito da Quem Disse Berenice


Semana passada recebi um e-mail da Quem Disse, Berenice? me informando da Promoção do Dia do Beijo desse ano. Essa promoção consiste em você trocar um batom antigo de qualquer marca por um novo da QdB.  Já tinha ouvido falar dela várias vezes, mas nunca tinha participado até então. Como minha experiência com outra campanha da marca (a “não é pra mim”) foi super positiva, gerei um cupom e fui no sábado trocar o batom.

Levei um rosinha que não me favorecia e voltei com o Marronito. Tenho uma coleçãozinha de batons que é basicamente formada pelos tons rosa/vermelho/vinho, então estava faltando um batom marrom!


É um batom cremoso, então a duração não é lá essas coisas, transfere e tem que ficar retocando ao longo do dia, mas isso já era esperado, justamente por causa desse acabamento. Ainda assim, estou apaixonada pela cor e adorei a cobertura. Já vejo ele se tornando o meu queridinho para usar todo dia, haha.

Dá até dó de usar, pro coraçãozinho não sumir, haha

Agora quero um roxo pra minha coleção, haha. E vocês, gostam de batom? Tem alguma cor faltando na coleção de vocês?

3.4.16

Musicais – Wicked e Cinderella


Março foi um mês ótimo no quesito musical – aqui em São Paulo tiveram várias estreias! Eu, que muito gosto do gênero, fui correndo assistir a dois deles, Wicked e Cinderella.

Eu e Wicked já temos história. É o meu musical favorito, que conheci em 2009 (por causa de Glee, vamos confessar) e o meu sonho era conseguir assistir ao vivo, só ouvir as músicas e ver os vídeos das apresentações não era suficiente. Eu realizei esse sonho em 2014, em uma breve passagem por Nova York. E então, no final do ano passado anunciaram que haveria montagem aqui no Brasil! Dizer que eu surtei é pouco, eu não parava de falar nisso (ninguém aguentava mais, haha) e só sosseguei depois que assisti!

O elenco no final e o palco de Wicked

E sobre o que é esse musical afinal?  Wicked tem como subtítulo “A história não contada das bruxas de Oz” o que já o resume bem. Baseado no livro de mesmo nome de Gregory Maguire (que vai ser relançado pela Editora Leya!), o musical conta a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste, bem antes da chegada de Dorothy, abordando os tempos de faculdade de Elphaba, mostrando o seu desejo de conhecer o Mágico, e claro, sua amizade com Glinda, a Bruxa Boa.

Eu achei que a montagem brasileira está muito boa! Não tenho nem o que comentar do palco, cenário, figurino… Tudo fiel ao da Broadway! Estou acostumada com as letras em inglês, então fui assistir com aquela curiosidade pra ver como tudo tinha sido adaptado. Algumas coisinhas se perderam na tradução, mas o sentido, a mensagem das músicas continua a mesma, e é isso que importa! Quanto aos atores, eu já tinha visto algumas entrevistas, e dava pra sentir o quanto eles são fãs e estavam animados por participarem disso – achei que estavam todos muito bem! Nem preciso dizer que chorei, né?

Quero assistir de novo, e ainda estou na missão de arrastar todo mundo comigo! Se você estiver em São Paulo, mais do que recomendo! Mais informações, aqui.

 

E Cinderella todos já conhecem, né? É mais uma versão para o clássico da garota que é maltratada pela madrasta, mas com a ajuda de sua Fada Madrinha consegue ir ao baile e encantar o príncipe. Esse musical foi feito para TV e teve como base a versão francesa do conto, sendo adaptado para a Broadway anos depois.

Ao que parece, a montagem brasileira não é uma franquia e não tem obrigação de ser uma cópia fiel da Broadway, com exceção do texto e das músicas, o resto – cenário, direção, figurino – é criação brasileira. E eu achei super bonito! Além do cenário, foram utilizados efeitos de projeção por todo o teatro, criando monstros para o príncipe enfrentar e toda uma luz para a mágica da Fada Madrinha! O figurino era outro espetáculo a parte, os vestidos eram lindos, principalmente os da Cinderella, não conseguia desviar o olhar!

O elenco no final e o palco com a projeção do castelo

Como estou acostumada com a versão da Disney achei a história muito interessante, já que tinha um conteúdo que eu não conhecia. Deram destaque para o Príncipe Topher e para os cidadãos do reino, que queriam reivindicar seus direitos. A Cinderella o ajuda com essas questões, aproxima o príncipe do povo, o que eu achei bem legal. A madrasta – interpretada pela Totia Meireles, que estava maravilhosa – e as irmãs apesar de más, eram muito engraçadas!

Também recomendo, quem gosta de contos de fada vai adorar! Tem mais informações aqui.

 

E vocês, gente, gostam de musicais ou estou sozinha nessa? :)