31.3.16

Que Horas Ela Volta?


24 filmes para 2016Tema: Latino-americano

Que Horas Ela Volta?


Que Horas Ela Volta?
Dirigido por:
Anna Muylaert 
Elenco: Regina Casé, Camila Márdila 
Duração: 1h51
Gênero: Drama

A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica. [ADOROCINEMA]

Eu esperava algo um pouquinho diferente desse filme. Claro que já sabia que ia tratar de uma diferença entre classes, mostrando o relacionamento patrão x empregada. Mas com um título que faz referência a ausência de uma mãe – até em inglês, onde o filme foi chamado de The Second Mother (A Segunda Mãe) – eu achei que o tema fosse ser mais centrado nessa figura.

Não há dúvidas que Fabinho, o filho dos patrões, é mais apegado a Val do que a própria mãe. E então chega Jéssica, a filha que Val não via há mais de dez anos – e aí tem toda uma estranheza, uma falta de intimidade, e depois até uma justificativa para o título. Eu achei que fosse ter mais conflito nesses relacionamentos, ciúmes, talvez? Mas não, não teve.

Os patrões, “Dona” Bárbara e Zé Carlos, me incomodaram o tempo todo. Eles são incapazes de pegarem um copo d’água sozinhos! Isso tudo foi proposital, e eu só conseguia ficar um pouco indignada me perguntando como que existe gente assim. Eles também eram todos simpáticos com a Val, diziam que ela era praticamente da família, mas ela tinha que ficar no lugar dela de empregada – não podia se sentar na mesa, não podia usar a piscina, não podia comer a mesma comida, etc. E aí aparece a Jéssica, quase que determinada a quebrar essa divisão, essas regras.

Teve uma cena, que por mais boba que possa parecer me deixou horas pensando (SPOILER: basicamente, a Jéssica foi lá na surdina comer o sorvete caro do Fabinho). Quando se está na casa de alguém, não seria uma questão de educação pedir/perguntar antes de tomar certas liberdades? Mas será que não eram os patrões querendo segregar os empregados mais uma vez? Até agora não consegui me decidir.

O filme teve algumas cenas muito bonitas, e outras que me deixaram muito confusa, como por exemplo as que envolviam a atração do Zé Carlos pela Jéssica. Fiquei muito “mas hein?!” em um certo momento.

Gostei bastante do final e achei que nesses últimos momentos o filme se pareceu com o que achei que ia ser, essa relação mãe e filha. “Que Horas Ela Volta?” é muito bom – a Regina Casé está ótima! – e com certeza o recomendarei.

27.3.16

Blogagem Coletiva - Girl Power


Essa mês teve o Dia Internacional da Mulher, e uma das propostas da Liga Nerd Girls para a blogagem coletiva desse mês é falar sobre nossas inspirações, admirações e, como o título sugere, girl power!

Vou aproveitar a oportunidade para falar de algumas personagens. Acho que não demonstrei meu amor por elas o suficiente por aqui.


Jessica Jones, Trish Walker (Jessica Jones)
Claire Temple e Karen Page
(Demolidor)

A parceria Marvel/Netflix é uma que me agrada muito. Posso dizer que tanto Demolidor quanto Jessica Jones estão na minha lista de séries favoritas e isso se deve em grande parte aos personagens. As quatro aqui citadas são incríveis – com seus traumas e defeitos – complexas, fortes.

Gostei da Jessica logo no primeiro episódio, onde ela é apresentada como uma mulher comum… Bom, tão comum se pode ser quando se tem super poderes. E nesse mesmo início, quando confrontada, o primeiro instinto de Jessica é  fugir – com todos os traumas, com todo o abuso que sofreu, ninguém poderia culpá-la por isso. Mas ela decide que vai lutar, que vai tentar acabar com Killgrave – que de longe é um dos vilões que mais me assustou, simplesmente porque seu poder de manipulação, ainda que na série mais ficcional, chegou muito próximo da realidade. Quem apoia Jessica, acreditando que ela pode ser sim uma heroína é a Trish, melhor amiga dela – que também já teve seus problemas, mas continua lá, firme e forte, corajosa, querendo um mundo melhor. Achei muito bonita a relação das duas, como elas se apoiaram desde a infância e continuam se ajudando, se defendendo. Adorei também que a série explora a sexualidade de ambas – mas sem deixar que esses relacionamentos com os homens as ofusquem! O que me leva a…

Demolidor me surpreendeu positivamente com a Claire e a Karen. O foco aqui é o Matt, então eu tinha um certo receio que essas personagens pudessem ser jogadas naquele velho padrão de “interesse amoroso que precisa ser salva”. Não que isso não aconteça em algum momento, mas essas personagens têm sua história expandida.  A Karen é determinada, eu diria até teimosa, conduzindo sua própria investigação, mesmo se colocando em risco – e se livrando desses problemas sozinha. E Claire já aparece ajudando os outros (♥) e ainda assim vemos suas escolhas sobre se envolver com tudo isso. A segunda temporada foi liberada no dia 18/03, e para o meu próprio bem eu estou vendo aos poucos. A Karen continua incrível, e eu só espero coisas boas da Claire e de uma certa Elektra. :)

 

Peggy Carter (Agent Carter)

A Peggy é uma linda, e achei impossível não gostar dela desde que ela apareceu em Capitão América. Fiquei muito feliz com o destaque que a personagem foi ganhando, desde o curta, as participações em outros filmes e claro, sua própria série! ♥ O desafio da Peggy é mostrar que ela é mais do competente em um mundo dominado pelos homens – e ela faz isso chutando muitas bundas, se aproveitando do fato deles a subestimarem para concluir suas missões. O que não significa que só mostrem esse lado da Peggy, também tem espaço para os sentimentos dela e momentos de fragilidade.

Uma de suas melhores falas da personagem é “Eu sei o meu valor. A opinião dos outros não importa.”  Eu lembro o quanto eu fiquei feliz ao assistir isso, ao ver essa confiança que ela possui!

Outros pontos positivos que vejo na série da agente: 1) tem vilãs a altura – e elas são tão interessantes e inteligentes que até fico em conflito; apesar de sempre torcer pela Peggy, bate até aquela simpatia tanto pela Dottie quanto pela Whitney; e 2) as amizades são bonitas, tanto da Peggy com outras mulheres – sempre nessa do companheirismo, de se ajudarem – quanto a com o Jarvis e com o Howard Stark, que são platônicas e mostra que eles a respeitam.

Agora eu só fico aqui em agonia, torcendo para que a série seja renovada, porque não sei o que seria de mim sem mais aventuras de Peggy Carter para acompanhar.

 

Hermione Granger (Harry Potter)

Harry Potter foi muito importante na minha infância (continua sendo até hoje, pra falar a verdade) – foi a primeira vez que eu me tornei fã de algo, foi a primeira série de livros que eu li, e também foi a primeira vez que eu gostei e me identifiquei com uma personagem. Lembro que quando eu e meus amigos brincávamos de Harry Potter (oi, quem nunca? haha) eu sempre queria ser  a Hermione. Queria ser tão inteligente e corajosa quanto ela! Ao longo dos livros eu só admirava mais a personagem e suas ações – ajudando o Harry e o Rony (e alguém dúvida que eles não teriam chegado tão longe sem ela?), socando Draco Malfoy, até o F.A.L.E, haha.  E gosto muito do cabelo dela também, já que o meu é parecido, me sentia representada, haha! E por falar nisso de aparência, aguardo ansiosamente pela peça onde ela será interpretada por uma atriz negra. :)

 

Menção Honrosa

Padmé Amidala, Leia Organa e Rey (Star Wars): As três são incríveis! A Padmé e a Leia presentes na política, no comando, nas batalhas... E é lindo ver a Rey como protagonista do último filme, finalmente ver essa aventura com uma mulher sendo a principal – e é simplesmente impossível ignorar o quão badass ela é! 

Elizabeth Bennet (Orgulho e Preconceito): Ainda não pude ver Orgulho e Preconceito e Zumbis, mas antes da Elizabeth estar lutando contra esses zumbis, eu já a achava muito legal. Numa época onde a grande expectativa para uma mulher era conseguir um casamento bom, ela desafiava um pouco essa regra e se mantinha fiel aos seus valores. :)

 

E é isso, porque senão acabo incluindo mais um monte de personagens e o post não vai acabar nunca, haha. Me falem quais são as personagens femininas que vocês admiram!


15.3.16

Brooklyn


24 filmes para 2016Tema: Imigração

Brooklyn


Brooklyn 
Dirigido por:
John Crowley
Elenco: Saoirse Ronan, Domhnall Gleeson, Emory Cohen 
Duração: 1h53
Gênero: Drama, Romance

Eilis (Saoirse Ronan), uma jovem mulher, se muda de uma pequena cidade da Irlanda para o Brooklyn, em Nova York, lugar no qual ela se esforça para construir uma nova vida, encontrar trabalho e seu primeiro amor no processo. Quando uma tragédia familiar a leva de volta à Irlanda, ela vive um dilema terrível - uma escolha de partir o coração entre dois homens e dois países. [FILMOW]

Acho que esse foi o filme mais fofo que vi dessa temporada do Oscar e ainda assim eu me emocionei e quase chorei em algumas cenas.

O começo é bem difícil para Eilis. Sem muita perspectiva na Irlanda, com a ajuda da irmã e de um padre, ela se muda para Brooklyn, em Nova York, onde terá melhores oportunidades.

Acredito que quem já passou por isso consiga se identificar bem nessa parte. É se sentir perdido em meio a uma cultura nova, com pessoas de costumes diferentes, tentando lidar com a saudade da família, da sua cidade, e a vontade de chorar que parece ser enorme. A Eilis representa muito bem todos esses sentimentos.

As coisas mudam quando ela conhece Tony, um jovem italiano, que a faz se sentir melhor em Nova York. Ela frisa que lembra da família na Irlanda todos os dias, mas Tony melhora tanto seu humor que todos percebem. Essa é realmente a parte fofinha da história. ♥ Mas como ainda só é a metade do filme, já é fácil prever que essa situação não vai durar e ela tem que voltar para sua terra natal. É aí que o conflito é gerado. 

Ao voltar pra Irlanda, Eilis está mudada. É fácil de perceber em sua personalidade, em seu estilo de se vestir. Achei que a Saoirse Ronan (uma linda!) soube representar muito bem a Eilis ingênua e tímida do começo e essa pós-Brooklyn, mais madura e experiente. A Irlanda que ela encontra ao voltar também já não é mais a mesma, e as oportunidades que ela teve de ir procurar em outro país agora se apresentam em casa. Além, é claro, das afeições de um certo Jim Farrell. Então é nesse momento em que ela tem que escolher entre o Brooklyn e sua cidade na Irlanda.

Eu fiquei tentando me colocar no lugar da Eilis, e no final acabei agradecida por não ter que fazer uma escolha dessas – eu, que não consegui nem escolher pra quem torcer nesse breve triângulo amoroso. Acho que o que melhor resume a história toda é aquela frase que diz que o lar é onde mora o coração.

Pra ir encerrando esse post… Tinha visto dois filmes com a Saoirse antes, mas ela me encantou em Brooklyn, vou ficar de olho nos próximos trabalhos dela! E esse é mais um filme com o Domhnall Gleeson! O cara fez quatro filmes (Star Wars, Ex Machina, O Regresso e Brooklyn) ano passado e todos receberam indicação em alguma categoria do Oscar. Tendo visto os quatro, estou com a sensação de que ele está em todo filme, haha. Mas gostei muito dos personagens que ele fez, inclusive aqui em que aparece pouco, e já estou indo pegar minha carteirinha de fã. :)

Enfim, Brooklyn é muito bonito (fiquei admirando as cores e o figurino), um filme leve e acho que mais gente devia assistir!

6.3.16

Tag: Recomendações Literárias


Mais uma tag aqui no blog! Dessa vez fui indicada pela a Ana Carolina do ótimo Mesa de Café da Manhã. Achei bem legal porque é sobre livros, uma das minhas paixões. Como o título sugere, a ideia é indicar um livro pra cada tema. Então vamos lá! :D


  1. Recomende um livro de um gênero que você goste
    Fangirl – Rainbow Rowell
    Esse é um livro que eu gostei bastante, o meu favorito da Rainbow (deu até vontade de reler). É uma junção de coisas que eu adoro – tem um romance fofo, tem família (e conflitos!), e claro, tem fanfic, haha. Acho que todo mundo que participa de algum fandom, lê ou escreve fanfics se identifica um pouco com essa parte. E mesmo se esse não for o seu caso, vale a pena a leitura pelas outras partes, fiquei muito interessada em ver como a Cath, uma garota super tímida, lidava com a mudança que foi o início da faculdade, o afastamento da irmã...  Tenho gostado bastante desses livros YA que tem uma pegada romance + família, como Duff, O Que Aconteceu com o Adeus e A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista.

  2. Recomende um livro pela capa
    Calafrio – Maggie Stiefvater 
    O que me atraiu desde o começo por esse livro foi a capa. Vi que por aqui tiveram umas 3 edições, todas com capas lindas. Acabei lendo a trilogia ano passado e fiquei um pouquinho decepcionada porque não achei o livro tudo isso, mas ainda assim Calafrio tem seus momentos. Recomendo pra quem gosta de histórias com elementos sobrenaturais – nesse caso aqui, obviamente, lobisomens – e quer ter um livro com uma linda capa de lobo na estante, haha.  

  3. Recomende um livro que virou filme 
    Perdido em Marte – Andy Weir
    Eu achei o filme ótimo e fiel ao livro, já assisti umas duas vezes! Ainda assim indico a leitura do livro, porque acho que ajuda a compreender algumas partes do filme e que o autor faz um ótimo trabalho explicando toda a ciência – até eu que sou completamente leiga e tenho pavor das matérias consegui entender o que estava acontecendo. E também tem sempre coisas que ficam de fora das adaptações, e se você também adora descobrir mais coisas sobre os personagens você deve ler o livro, haha! 




  4. Recomende um livro que você ame de paixão
    Coração de Tinta – Cornelia Funke
    Esse é um dos livros da minha infância que eu amo até hoje! É um livro feito pra quem ama livros – o personagem principal tem o poder de tirar os personagens de suas histórias quando lê em voz alta. (Agora vocês imaginem quantas vezes eu já não fiquei pensando no que eu faria se tivesse o mesmo poder!) Essa premissa com uma boa dose de fantasia e personagens ótimos foi o que fez Coração de Tinta ser um dos meus livros favoritos. Acho a escrita da Cornelia muito boa também, sempre me encanta. Super recomendo!  

  5. Recomende um livro que você quer, mas não tem
    Cinder – Marissa Meyer
    Já falei um pouco sobre meu novo amor que são As Crônicas Lunares aqui. Releitura de contos de fadas com uma mistura de ficção-científica e ótimas mocinhas: receita pra chegar no meu coração. Se alguém me pede alguma indicação de livro Cinder é sempre minha primeira resposta! Infelizmente ainda não comprei os livros porque estou esperando a Rocco terminar de lançar todos, já que tenho um leve problema chamado “se eu não comprar tudo junto eu fico com a coleção incompleta” (Sabe Coração de Tinta? Então, não tenho até hoje. Tenho os dois últimos livros da trilogia Mundo de Tinta mas não tenho o primeiro…).

  6. Recomende um livro pelo seu título 
    O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brontë
    Durante a leitura desse clássico, eu não estava gostando tanto, achava os personagens chatinhos, haha. Depois que terminei, fiquei um tempo pensando na história e assisti ao filme (versão com o Tom Hardy ♥ no papel de Heathcliff) acabei entendendo melhor e gostando do livro, tenho até vontade de ler de novo. E quanto ao título, adoro isso que acontece na tradução de alguns livros, onde o português nos permite essa ~incrementada~ ao mesmo tempo que se mantém fiel ao título original. É o caso aqui: Wuthering Heights (onde wuthering é o som que o vento faz e heights é morro/montanha/colina) virou O Morro dos Ventos Uivantes, que eu gosto bastante, acho dramático e instigante, haha. (Ver também: The Book Thief/A Ladra de Livros que virou ~A Menina Que Roubava Livros~)




  7. Recomende um livro por causa do autor 
    Todo Garoto Tem – Meg Cabot
    Eu adoro os livros da Meg, li vários quando era mais nova e sempre os achei ótimos para passar o tempo! Poderia recomendar vários dos livros dela, mas Todo Garoto Tem (junto com a série A Mediadora) é um dos meus absolutos favoritos e eu já o reli umas quatro vezes. É uma história toda “escrita”, seja no diário de viagem da Jane, no palmtop do Cal ou nos e-mails que os personagens trocam. Mesmo a tecnologia sendo “antiga”, eu acho que isso não interfere na história. É aquele clichê dos personagens se odiarem assim que se conhecem, e no fim, bom, já dá pra prever o que acontece no fim. Mas é ótimo, leiam!  

  8. Recomende um livro que você leu em pouco tempo 
    Orgulho e Preconceito – Jane Austen
    Mais um clássico aqui. O engraçado de Orgulho e Preconceito é que eu já tinha começado a ler uma vez, e não terminei porque enrolei demais e acabou o prazo da biblioteca, haha, Aí ano passado eu peguei pra ler de novo e acabei devorando o livro. Adorei a Elizabeth e como a relação dela vai se desenvolvendo com o Mr. Darcy, assim como fiquei bastante ansiosa com esses dois querendo que eles se resolvessem logo – mas o que eu estava esperando de um livro chamado orgulho e preconceito, certo? Recomendo o filme também, que é lindo e me faz quase chorar toda vez.

  9. Recomende um livro brasileiro  
    O Mistério do Cinco Estrelas – Marcos Rey
    Com o lançamento do trailer de O Escaravelho do Diabo, lembrei dos livros da Série Vaga-Lume que li quando era criança. O Mistério do Cinco Estrelas (e o resto da série: O Rapto do Garoto de Ouro, Um Cadáver Ouve Rádio e Um Rosto no Computador) foi um dos que eu mais gostei, e bateu uma enorme vontade de reler. É super curtinho, então dá pra ler de uma vez só. Espero que um dia possa virar filme também!

  10. Recomende essa tag para outro blogueiro/vlogueiro
    Eu acho que preenchi minha cota de indicações na tag passada, então essa vou recomendar pra quem achou legal e quer responder também! ;)