29.2.16

O Regresso


24 filmes para 2016Tema: Ganhador do Oscar

regresso


O Regresso 
Dirigido por:
Alejandro G. Iñárritu 
Elenco: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson
Duração: 2h36
Gênero: Drama, Aventura

1822. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) parte para o oeste americano disposto a ganhar dinheiro caçando. Atacado por um urso, fica seriamente ferido e é abandonado à própria sorte pelo parceiro John Fitzgerald (Tom Hardy), que ainda rouba seus pertences. Entretanto, mesmo com toda adversidade, Glass consegue sobreviver e inicia uma árdua jornada em busca de vingança. [ADOROCINEMA]

Vou começar dizendo que eu entendo que esse tema talvez significasse ganhador na categoria Melhor Filme… Mas é aquilo: queria que Mad Max ganhasse, apostei em O Regresso (e portanto o rascunho do post já estava salvo, olhem só, ainda bem que isso não é um bolão) mas quem ganhou mesmo foi Spotlight. Porém, o que importa é que LEONARDO DICAPRIO GANHOU, GENTE!! Então como não tem nada ali especificando, vamos falar um pouco sobre O Regresso, ganhador de três Oscars. ¯\_(ツ)_/¯

Fui assistir esse filme sem saber do que se tratava – só sabia que era inspirado em uma história real, que tinha o Leonardo DiCaprio, cujo personagem era atacado por um urso, e que talvez ele (finalmente!) levasse o Oscar de Melhor Ator. Ah, e que também tinha o Tom Hardy (um ator que eu gosto muito) no elenco!

Estou cada vez mais nessas de ir ver um filme no escuro, e devo dizer que ando gostando bastante da experiência porque crio menos expectativa. E foi bom que eu não as tivesse com O Regresso porque… É um filme meio paradão. E agoniante.

A cena do ataque do urso já é um desespero por si só – e agora entendi porque foi tão comentada, parecia real. E depois quando Glass vê a traição dos companheiros sem poder fazer nada, totalmente impotente, não tem como não querer que ele se recupere e se vingue mesmo. Ainda tem uma história com os índios que é paralela com a de Glass – e pareceu que podia ter sido mais aproveitada. Não cheguei a me sentir incomodada com a duração do filme, mas depois de um tempo eu já estava um tanto impaciente, esperando que acontecesse algo – e por isso digo que é um filme lento. 

A fotografia é muito bonita, assim como as paisagens – apesar de ter ficado me perguntando o quão frio não devia estar – e é o que enche os olhos durante o filme. Tem outros aspectos interessantes, como o fato de ter sido filmado utilizando apenas luz natural.

Os atores estavam ótimos – por mais que eu tenha gostado muito mais de outros filmes com o Leo. Em O Regresso ele sofre bastante e quase não fala. O Tom Hardy estava insuportável, e com isso quero dizer que o personagem dele era tão malvado e ele o interpretou tão bem que eu não consegui gostar do Fitzgerald por nenhum segundo. Queria tanto que ele tivesse ganhado o Oscar! Também tem o Domhnall Gleeson, e esse é o terceiro filme recente que vejo que tem ele no elenco (vide Star Wars e Ex Machina), e achei que ele estava muito bem como o Capitão Henry.

Pra concluir, digo que O Regresso ganhou Oscar de Melhor Fotografia, Melhor Diretor e Melhor Ator. Talvez você devesse assistir.

26.2.16

Tag: De tudo um pouco


A Gabi do blog A Astronauta de Mármore me indicou para essa tag. :D Aí vão as regras:


Responder todas as perguntas;
Indicar no mínimo 10 blogs com menos de 500 seguidores para responder a TAG;
Colocar o selo da TAG;
Colocar o link de quem te indicou;
Fazer 10 perguntas aos indicados.

 

As perguntas da Gabi foram:

  1. Qual o motivo do nome do seu blog?
    O nome veio da música Falando Sério, do SILVA, um artista que eu gosto bastante. E esse trecho “eu vi você, vestindo o tédio, sem perceber” é um dos meus favoritos da música. 

  2. De onde vem sua inspiração?
    Inspiração para os posts geralmente vem de algo que eu acabei de ver/ler, algo que eu fico com vontade de escrever um textão sobre, haha. Em outras áreas (como o design, minha futura profissão), eu gosto de ter referências de algo que eu tenha gostado.

  3. De que cidade você é/mora e o que ela tem que nenhuma outra tem?
    Eu sou paulistana, e praticamente sempre morei em São Paulo.  E complicada essa pergunta, haha. Acho que uma das vantagens de morar em São Paulo é que tem “tudo” aqui.

  4. Daqui à 5 anos você vai estar....?
    Essa pergunta me traz flashes de entrevista de emprego, mas como não é, eu posso dizer que realmente não sei! Minha expectativa é estar formada, com um emprego legal e já ter viajado pra alguns lugares do mundo que eu quero conhecer, haha.

  5. Um filme que fez você chorar:
    Essa é fácil porque eu sou chorona! Mas vou dizer o mais recente, que foi O Quarto de Jack.

  6. Qual o seu TOP 5 de livros e seriados? 
    Isso sempre vai mudando um pouquinho ao longo do tempo, mas…
    Livros: As Crônicas Lunares, Mundo de Tinta, Harry Potter, A Menina Que Roubava Livros e A Culpa é das Estrelas
    Séries: Demolidor, Jessica Jones, Agent Carter (gosto pouco da Marvel, né?), How to Get Away With Murder, Sense8 e se deixar ainda incluo White Collar, que já foi finalizada, haha.

  7. Que música gosta de ouvir quando vai viajar?
    As mesmas músicas que eu já escuto no dia a dia, haha.

  8. Você tem animais de estimação? Se sim, como chamam?
    Infelizmente não tenho. :( Queria muito um gatinho… 

  9. Você se considera uma pessoa: _______?
    Amigável, teimosa, indecisa…?  

  10. O que acha do meu blog?
    Adoro seu blog! Os posts, as ilustrações e até o nome! Já começo a cantar O Astronauta de Mármore (essa versão do Nenhum de Nós foi a primeira que eu conheci e tenho todo um carinho por ela) quando o vejo no feed, haha.


E eu nunca costumo indicar ninguém nessas tags, porque nunca sei quem já fez, quem que gostaria de responder, etc (acredito firmemente que tudo que dá errado na minha vida é por causa das correntes que eu não passei no Orkut e pelas tags as quais não indiquei ninguém). Mas dessa vez eu vou indicar!

E as minhas perguntas são:

  1. Você gosta de algum cantor/banda nacional? Se sim, me recomenda uma música!
  2. Qual foi o último filme que você viu? Foi bom?
  3. Você tem alguma opinião não popular? (Tipo, gostar de uva passa nas comidas, algo assim…?)
  4. Tem algum personagem que você se identifica?
  5. Já tem em mente qual vai ser seu próximo post depois desse?
  6. Uma citação de um livro que  você gosta.
  7. Se você pudesse fazer parte de algum seriado, qual seria?
  8. O que é seu blog para você?
  9. Estou postando isso quase na véspera do Oscar, então me diz, você gosta de acompanhar premiações? (Sejam elas de filmes, música, etc.)
  10. Você é o tipo de pessoa que usa a mesma senha pra tudo ou você cria uma diferente pra cada conta?

E é isso, eu espero que vocês tenham gostado!  E aos indicados, sem pressão, desculpa se vocês já foram indicados/responderam essa tag e eu não vi, e também pelas perguntas aleatórias, e se mais alguém quiser responder, fique à vontade, haha.

20.2.16

DUFF – Livro e Filme


Eu participei de alguns sorteios desse livro, e só pra variar, não ganhei nenhum. (O marcador é muito fofo, eu ainda estou chateada, haha.) Mas é aquilo, estava no app do Kindle, decidi baixar a amostra só pra ver como é que era Duff e quando fui ver já tinha lido ele todo, num dia só.

Duff é um livro de Kody Keplinger, lançado esse ano aqui no Brasil pela Globo Alt. Nele acompanhamos Bianca Piper, uma adolescente que está no último ano do Ensino Médio. Ela difere de suas amigas loiras e magras e isso faz com que Wesley Rush – o babaca rico e pegador do colégio – a chame de DUFF, Designated Ugly Fat Friend, a amiga feia e gorda do grupo. A coisa toda só piora quando Bianca começa a ter alguns problemas com a família e acaba se envolvendo com Wesley como uma maneira de esquecer tudo – os momentos em que passava com ele a faziam escapar dessa realidade.

Fazia tempos que eu não me identificava com algum personagem, mas consegui me ver um pouquinho na Bianca. A menina meio chata que não vê a hora do Ensino Médio acabar, não é lá muito romântica, detesta demonstrações de afeto em público, não é fã de baladas e fica interessada nos caras inteligentes? Oi, muito prazer, haha! Várias coisas que a personagem dizia faziam com que eu me identificasse com ela.

Não que tudo tenha sido amores – achei que a Bianca podia ter se comunicado melhor várias vezes, com a mãe e o pai, com as amigas, até mesmo com o Wesley. Isso me irritou um pouco, vários problemas da personagem poderiam ter sido resolvidos se ela tivesse conversado mais com as pessoas.

Mas de pontos positivos, destaco toda a discussão interna da Bianca sobre o que é ser a DUFF e o que é ser uma vadia – o que nos dá o direito de julgar outra pessoa? Achei que a autora problematizou isso de um jeito bem interessante, o que faz o leitor passar pela mesma reflexão, e quem sabe, também aprender com a personagem. Além disso, a sexualidade de Bianca é um ponto importante e gostei bastante da postura dela, ela é informada, se protege e não fica se reprimindo. E até o Wesley, que se ignorarmos o comentário totalmente babaca com a sigla DUFF, parece ser decente com as meninas com que ele se envolve.

Adorei que no final a Bianca se manteve fiel a sua personalidade, mesmo após certos acontecimentos, ela se continuou a chata que não lá muito romântica, haha.

Achei o livro um amorzinho, então corri pra ver o filme, que está disponível na Netflix. Lançado ano passado, conta com Mae Whitman no papel de Bianca e Robbie Amell no de Wesley.

Você conhece, tem ou é

E, como adaptação, o filme só pegou o nome dos personagens e o conceito de DUFF mesmo. Sério, totalmente diferente! Isso não significa que é ruim. Eu diria que é só ignorar o livro e os atores que realmente não tem cara de que poderiam estar no Ensino Médio para poder aproveitá-lo, mas o filme aborda o tema do bullying (nesse caso o cyberbullying) de uma forma muito mais direta, o que eu achei interessante. É divertido, mas não deixa de ser aquela comédia romântica adolescente cheia do clichês que você já sabe como termina, rs. 

Alguém aí já leu Duff ou viu o filme? O que acharam? Para os que não conhecem, eu indico primeiramente o livro, que eu achei bem mais interessante, e o filme, se você só quiser passar o tempo. :)

15.2.16

O Quarto de Jack


24 filmes para 2016Tema: Que tenha passado no teste de Bechdel

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O Quarto de Jack 
Dirigido por:
Lenny Abrahamson 
Elenco: Brie Larson, Jacob Tremblay 
Duração: 1h58
Gênero: Drama, Suspense

O longa conta a história de Jack (Jacob Tremblay), um menino de cinco anos que é criado por sua mãe, Ma (Brie Larson). Como toda boa mãe, Ma se dedica a manter Jack feliz e seguro e a criar uma relação de confiança com ele através de brincadeiras e histórias antes de dormir. Contudo, a vida dos dois não é nada normal: eles estão presos em um espaço de 10m². Enquanto a curiosidade de Jack sobre a situação em que vivem aumenta, a resiliência de Ma alcança um ponto de ruptura. Os dois, então, começam a traçar um plano de fuga. Ao mesmo tempo em que conta uma história de cativeiro e liberdade, O Quarto de Jack destaca o triunfante poder do amor familiar mesmo na pior das circunstâncias. [FILMOW]

Antes de falar do filme em si, queria explicar rapidinho o que é o teste de Bechdel.  Apareceu em uma história em quadrinhos de Alison Bechdel (por isso o nome), e para que um filme passe nele é necessário…

1. Ter pelo menos duas mulheres (com nomes);
2. Que conversem uma com a outra;
3. Sobre algo que não seja um homem.

Aqui tem uma lista com os filmes que passam no teste. E O Quarto de Jack é um dos aprovados porque a Ma/Joy fala com a mãe dela sobre como está se sentindo depois de tudo o que ela passou, e como isso até afetou a relação delas.

Agora falando do filme… Que agonia! A Joy foi sequestrada e passou sete anos trancada na casa desse homem. O Jack é filho dela e nasceu dentro do Quarto, e portanto ele não conhece nada do mundo exterior. O filme é narrado e visto do ponto de vista dele, e por ser uma criança, com bastante inocência até. Mas claro que dá pra entender o que acontece, e fiquei com um desespero tão grande em pensar que, mesmo nesse caso sendo ficção, isso já aconteceu de verdade.

Em alguns momentos, como durante a execução do plano de fuga, eu estava naquele estado de “ai Deus, não vou nem olhar!”. O filme também mostra como é a recuperação dos dois, depois de tanto tempo em cativeiro – e não vou nem mentir, não me aguentei em várias cenas e chorei mesmo. Achei muito bonita essa relação mãe e filho, como eles dão força um pro outro!

Só queria que tivessem mostrado mais da Joy, mas por ser do ponto de vista do Jack eu entendo essa limitação.

Não vou falar muito mais senão conto spoiler de tudo, mas queria ver esse filme desde que a Brie Larson ganhou o Globo de Ouro, e não me decepcionei! Foi muita emoção aqui, chorei, fiquei feliz, achei lindo. :)

12.2.16

Batom Intense Cats do Boticário


O Boticário lançou recentemente uma coleção de maquiagem cujo tema é gato. Os produtos tem adoráveis ilustrações e tá tudo bem fofo mesmo, na coleção tem até uma bolsinha com orelhas de gato, haha. Eu fui naquelas de ~dar uma olhadinha~ e acabei levando um batom, o Vermelho Afiado.


Ele é mate, e na caixinha (que é muito fofa, tem gatinho até na parte de dentro!) diz que a duração é de 6 horas. Também tem FPS 15 e UVA++, Vitamina E e Manteiga de Karité.

Na prática, gostei bastante. É fácil de passar, apesar do acabamento mate ele não é muito seco e tem um cheirinho gostoso. Fiquei várias horas com ele, ressistiu a refeições sem borrar. Transfere um pouco, por não ser tão seco, por isso é interessante levar o batom na bolsa pra dar uma retocada durante o dia. ;)


Detalhe da caixinha e amostra no pulso porque minha boca tá seca e não quis cooperar ;-;

Paguei R$ 16,15 na loja e achei que valeu super a pena, é o primeiro batom que tenho da marca e fiquei com uma boa impressão!

8.2.16

Blogagem Coletiva – O que fazer para fugir do Carnaval


Esse post é um dos temas de fevereiro para a Blogagem Coletiva do Blogs Que Interagem.

Não sou a maior fã do Carnaval, mas acho que também não o odeio que nem algumas pessoas… Vejo várias reclamando, mas sendo sincera, a festa não chega a me incomodar. Observo os amigos indo para os blocos, alguns até participando dos desfiles, e mesmo que o samba tente invadir minha casa quando o pessoal passa na rua fazendo barulho, não acho difícil “evitar” o Carnaval, haha.

Meu grande plano pra esse feriadão era ir no show do Tiago Iorc aqui em São Paulo, mas não deu. Aí agora vejo ele postando sobre os shows e só penso “Podia ser a gente, né, Tiago, SE OS INGRESSOS NÃO TIVESSEM ACABADO EM 10 MINUTOS!”. Triste. Eu ainda fiquei quase 2h na fila pra tentar comprar ingresso e não consegui. Era gente demais com tempo demais na minha frente.

Então tive que voltar para as opções de sempre do que fazer para fugir do carnaval, que são…


VÍDEO-GAME


Meu pobre Playstation 3 estava meio esquecido, e aí nessa semana de Carnaval eu decidi ressuscitá-lo. Tem alguns jogos que eu comprei e acabei nem terminando, mas o meu escolhido para esses dias foi Beyond: Two Souls. Estou longe de ser gamer, mas vou te dizer pra dar uma chance para os games mesmo se você também não for, haha. O meu tipo favorito de jogo são desses (que nem Beyond) que parecem um filme interativo, onde geralmente as escolhas do jogador influenciam no final. Tem vários jogos assim, e acho ótimo aproveitar os dias pra jogar direto e se entreter com a história. :)





SÉRIES E FILMES


Essa já é a escolha meio óbvia né, mas o feriado é sempre ótimo pra fazer aquela maratona. Tem muita coisa interessante na Netflix, tem até as séries originais, que são muito boas (momento recomendação: Assistam Sense8/Demolidor/Jessica Jones!!) Eu vou ver se consigo ver Modern Family. :)

Também dá pra assistir um monte de filme e/ou fazer maratona daquela saga! O que eu tenho em mente é ver todos os filmes de Indiana Jones, haha. Parece uma boa época pra ver aqueles filmes que você sempre diz que vai assistir e nunca assiste!




SAIR COM OS AMIGOS

bike

Sair de casa parece aumentar as chances de esbarrar no Carnaval, mas são vários dias de folga e não dá vontade de só ficar em casa… Então também considero uma opção sair com o pessoal, ir num cinema, visitar algum lugar da cidade, andar de bicicleta no parque, até mesmo ir em algum show, certo? haha

E vocês, o que estão fazendo no Carnaval?

6.2.16

Séries Novas


“Mas e aquelas séries que você disse que ia voltar a assistir?”, juro que isso até passou pela minha cabeça antes de ser completamente esmagado pelo pensamento de “Mas te recomendaram essas séries novas, assiste pelo menos o piloto!”.


Shadowhunters

(A essa altura todo mundo já divulgou suas opiniões sobre essa série, e eu vou ser mais uma!)

Eu li Cidade dos Ossos, o primeiro livro da série Os Instrumentos Mortais lá em 2010 – o que quer dizer que eu lembro de uns incríveis 20% da história. (Mas não tô boiando tanto no universo dos Caçadores de Sombras porque terminei As Peças Infernais ano passado.)

Shadowhunters
E cá estou de novo, acompanhando a história de Clary Fray, uma garota que só descobre que é uma Caçadora de Sombras – os que possuem sangue de anjo e que caçam demônios – e a existência de outros seres do submundo – como vampiros, feiticeiros e lobisomens – quando sua mãe é sequestrada por ter escondido um artefato que todos procuram, o Cálice Mortal.

Quando começaram a divulgar o elenco, fiquei bastante feliz porque os atores combinavam muito mais com o que eu tinha imaginado do que o elenco do filme. Aí a série está sendo disponibilizada na Netflix (lindo isso, podia acontecer com todas as séries) e eu fui correndo assistir.

E me decepcionei um pouquinho.

Nem foi quanto as mudanças que fizeram do livro pra série – sendo uma adaptação, certas coisas a gente só aceita e porque eu acho que nesse caso nem foram tão ruins. Não foram os efeitos especiais! O problema mesmo tá no elenco! Sim, aquele que eu achei que ia me deixar feliz!

A Kat McNamara pode até estar sendo uma Clary perfeita na aparência, mas a atuação dela tá difícil. Ela é muito forçada em algumas cenas. E ainda tem aquela mesma coisa da Kristen Stewart de sempre ficar com a boca aberta…?  O Dominic Sherwood que é o Jace também não tá lá essas coisas, e a química entre os dois não está a ideal. Mas o resto do elenco está se saindo muito bem, o Simon, os irmãos Lightwood e o Magnus Bane são o que me motivam a continuar assistindo.

Também achei que eles estão correndo um pouquinho demais com a história. Mas mesmo com isso tudo, não está sendo uma série chata de se ver, sabe? Não é um sacríficio assistir, então eu continuo vendo, com a esperança de que melhore, porque pelo menos até o fim da primeira temporada eu acompanharei. :) 




Lucifer

Lucifer cansou do Inferno e veio tirar umas férias na Terra, mais especificamente em Los Angeles. Ele levava a vida em seu bar, onde toca piano, até que uma de suas amigas é assassinada, e querendo ajudar, ele se junta a detetive do caso.

Lucifer
É, é Lucifer resolvendo crimes, no maior estilo “caso do episódio de hoje”. Se fosse só isso eu talvez não tivesse ficado tentada a acompanhar a série, mas o personagem tem um lindo sotaque inglês, um ótimo humor (mesmo quando ele nem tenta, eu simplesmente não me aguento quando ele se apresenta como “Lucifer Morningstar”, haha), e a habilidade de fazer com que as pessoas confessem o que mais desejam.

Além disso tem o desenvolvimento da relação dele com a detetive Chloe Decker, a única que ele não consegue manipular. E sim, claro, a constante cobrança para que ele volte para o Inferno.

Eu gostei bastante do personagem, foi o que mais me cativou. Fui atrás e descobri que é um personagem da HQ Sandman, do Neil Gaiman, que depois até ganhou sua própria HQ, e se eu precisava de mais empurrão pra ler Sandman, talvez tenha sido esse.

Vou continuar assistindo e espero que a série consiga manter o nível, já que ultimamente andei meio entediada com séries que seguem esse formato de casos por episódio.



E vocês, começaram a assistir alguma série nova?