31.10.15

Blogagem Coletiva – Minhas Atuais Séries Favoritas


Esse é um dos temas de Blogagem Coletiva do Blogs Que Interagem do mês de Outubro, e como adoro séries, meus olhinhos brilharam quando eu o vi. Demorou, mas finalmente tive tempo para escrevê-lo.

Atualmente eu assisto 13 séries, e todas ainda estão em exibição – graças a Deus pelos hiatos que me dão tempo de ver tudo, haha. Eu tenho as minhas séries favoritas que já foram finalizadas (como Chuck, White Collar, até mesmo Glee), mas das atuais, as que mais me deixam ansiosa por um episódio novo são…

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How to Get Away With Murder

A protagonista é a advogada de defesa Annalise Keating, também professora de Direito. Ela escolhe cinco alunos – Wes, Connor, Michaela, Laurel e Asher – para trabalharem com ela em seus casos. A série é daquelas que já vai te mostrando uns flashes do que aconteceu e depois volta para explicar como chegaram até aquele ponto. Na primeira temporada, isso envolve a morte de uma aluna da faculdade, além da morte do próprio marido da Annalise! Além dessa trama principal, outros casos são resolvidos no tribunal, o que é bem legal também para ver como  Annalise e cia trabalham. E esses personagens são ótimos, adoro os alunos; mas é claro que o destaque fica pra Annalise, ô mulher poderosa! A Viola Davis dá um show em todo episódio! Nem preciso dizer que é uma ansiedade total, né? A série joga a bomba e depois vai explicando aos pouquinhos – se disponibilizassem a temporada de uma vez só, eu assistiria tudo correndo, no mesmo dia.

 

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Demolidor

Matt Murdock ficou cego após um acidente enquanto ainda era criança, porém, seus outros sentidos são super aguçados. Advogado durante o dia, herói mascarado a noite, o acompanhamos em sua luta por justiça em Hell’s Kitchen. Já fiz um post todinho pra falar dessa daqui, mas já se passaram meses e o amor ainda não diminuiu. Volto a repetir que adoro tudo nessa série – até o vilão! Não é preciso muito conhecimento prévio sobre Demolidor ou super heróis em geral, a série se mostra bem realista, pra falar a verdade. Gosto da complexidade do Matt – seus questionamentos quanto ao que ele faz, como isso entra em conflito com sua fé, etc. Adorei o formato também, de 13 episódios. Fizeram uma história fechadinha, sem largar muitas pontas soltas, mas que te deixa com vontade de ver mais, simplesmente porque é muito boa! Com Demolidor eu tinha que ficar me segurando, assistindo um episódio só  para não acabar tão rápido! Mas tudo bem, porque a 2ª temporada está vindo!

 


sense8Sense8

Oito pessoas de diferentes lugares do mundo de repente estão conectadas mentalmente. Com isso, eles começam a se ver, a visitar a cidade um do outro, a “emprestar” suas habilidades, compartilhar sensações. Parece um pouco confuso – e realmente é, até para os próprios personagens – mas depois que a série engrena eu achei impossível largar. Já falei um pouco sobre Sense8 aqui também. Enfim, acaba a temporada e ficam muitas dúvidas, uma vontade de ver os personagens interagindo de novo… Gostei tanto que já incorporei na minha vida, eu e meus amigos temos várias piadas internas envolvendo o contexto da série, desejando fazer parte de um cluster também e quais seriam nossas utilidades, haha.  Netflix me torturou bastante até renovar a série, mas agora está tudo bem!

 

 

the originalsThe Originals

Spin-off de The Vampire Diaries, The Originals foca na família de vampiros originais. A cada temporada Klaus tem um novo inimigo a derrotar – e eu acho essa renovação muito interessante. Tudo se desenrola em Nova Orleans – aliás, a primeira temporada era uma briga pelo domínio da cidade – que é uma cidade linda, cheia de música, turistas, e é claro, vampiros, bruxas e lobisomens, todos sempre arranjando um jeitinho de brigar e propor tréguas quando surge algo mais forte obrigando-os a se unirem. O Klaus, um dos meus vilões favoritos, era o único motivo de eu continuar assistindo The Vampire Diaries, então quando ele saiu para ganhar sua própria série, eu não vi mais motivos para continuar com TVD (fiquei bem triste porque a Caroline não foi junto com ele). E eu continuo adorando o Klaus, o irmão dele Elijah, e após a série aprendi a gostar até da Hayley, que agora é uma das minhas favoritas!

 

E essas são as minhas séries atuais favoritas! Quais são as suas?

15.10.15

A Incrível História de Adaline


  24 filmes para 2015Tema: Drama

Adaline Bowman (Blake Lively) nasceu na virada do século XX. Ela tinha uma vida normal até sofrer um grave acidente de carro. Desde então, ela, milagrosamente, não consegue mais envelhecer, se tornando um ser imortal com a aparência de 29 anos. Ela vive uma existência solitária, nunca se permitindo criar laços com ninguém, para não ter seu segredo revelado. Mas ela conhece o jovem filantropo, Ellis Jones (Michiel Huisman), um homem por quem pode valer a pena arriscar sua imortalidade.
Eu fui assistir esse filme por falta de opção, não botando muita fé na história. Mas me surpreendi e acabei gostando bastante.

É muito legal acompanhar os anos iniciais de Adaline e ver o acidente que a deixou imortal. Achei importante porque a gente sempre pensa que viver pra sempre e se manter jovem seria ótimo, mas o foco são as dificuldades da vida dela – não poder permanecer por muito tempo no mesmo lugar, ter que trocar de identidade, e o que acho pior, não poder manter relações com as pessoas. Nem com a filha ela pôde manter contato, o que é de quebrar o coração.

O desfecho é prevísivel, mas o meio, com a família de Ellis foi interessante ainda asssim. É o caso do “já sei como termina, mas quero ver como acontece.” 

Considero essa a primeira vez que vejo algum trabalho da Blake – já que eu prefiro ignorar o único episódio de Gossip Girl que vi – e achei que ela estava muito bem, e muito bonita também. O Michiel Huisman é um lindo que já conheço de outras séries e toda vez sempre me encanto com as covinhas dele! E eis que lá pela metade… Harrison Ford! 

É um filme muito fofo e acho que valeu a pena assisti-lo!

3.10.15

Reading Challenge 30/50


   Um livro que virou filme

Perdido em Marte – Andy Weir

Sobre o que é: A tripulação da Ares 3 estava em Marte para uma missão de 31 dias. No sexto dia, uma forte tempestade de areia abortou a missão – e um terrível acidente acabou deixando Mark Watney sozinho no planeta vermelho. Com seus recursos se esgotando e sem nenhuma comunicação com a Terra, ele vai precisar descobrir um jeito de sobreviver.

O que eu achei: O filme mal estreou, mas eu já queria muito ver porque tem o Sebastian Stan, meu amor achei muito legal. Aí com isso decidi ler o livro, e que grata surpresa! Tinha visto que o autor usava uma linguagem técnica e isso é bem verdade. Tem bastante coisa citando os equipamentos da NASA, os procedimentos, e muuuitos elementos químicos. Não é bem minha praia, mas não achei nada chato porque eu sou daquelas que adora uma explicação para tudo o que está acontecendo. E eu achei que foi tudo bem explicadinho, até os leigos como eu entendem! :) O Mark é bem humorado, apesar de toda a situação, e é muito fácil torcer por ele. Mas esse humor não ajudou a suavizar os momentos de dificuldade, que me causaram muita aflição. Uma única decepção foi que eu queria mais sobre o resto da tripulação da Ares 3, mas… Eu gostei muito do livro, aguardo ansiosamente pelo filme, que espero que seja tão bom quanto.


   Um livro com resenhas negativas

Toda Sua – Sylvia Day

Sobre o que é: Eva começa em um novo emprego em uma agência de publicidade e conhece Gideon, um homem muito bonito e rico. Os dois iniciam um relacionamento altamente sexual, ao passo em que tentam lidar com os traumas do passado.

O que eu achei: Esse item do desafio foi bastante interessante – vi que tiveram abordagens diferentes, como por exemplo, livros clássicos que tiveram resenhas negativas no lançamento. Mas meu critério foi a) um livro curto, porque as chances de ser ruim eram grandes; e b) um livro que eu vi por aí (no Skoob) que tinha resenhas negativas o suficiente. O problema de Toda Sua é que a maioria das críticas se devia ao fato de semelhanças com Cinquenta Tons de Cinza. E infelizmente tem coisas parecidas sim, mas são as partes ruins. :/ Gideon não aceita um não, e continua a perseguir a Eva até ela ceder; e é perseguição mesmo, ele rastreia o cartão de crédito dela pra ver o histórico de compras, pesquisa sobre a vida dela e a do amigo, faz cópias da chave da casa dela sem ela saber, olha seu celular… E eu não consigo ver isso como romântico, é assustador e eu correria de um homem desses! A autora tentou jogar uns traumas para os personagens, mas achei que ela desenvolveu super mal o tema. A falta de comunicação desse casal também me irritou demais – qualquer coisinha a Eva já fugia, com o Gideon já correndo atrás… E aí eles juntavam, mas não para conversar. “Aconteceu essa coisa super ruim comigo no passado…”  Vamos transar. “Estou com ciúmes.” Vamos transar. “Eu tive um pesadelo.”  Vamos transar. As únicas coisas positivas: a) não foi tão ruim quanto Cinquenta Tons de Cinza e b) pelo menos foi um livro curto.   

   Um livro escrito por um autor que tem as mesmas iniciais que você

O Leitor – Bernhard Schlink

Sobre o que é: Michael, um garoto de 15 anos, se envolve com Hanna, uma mulher 21 anos mais velha que ele. O relacionamento acaba quando ela vai embora sem deixar explicações. Anos mais tarde, eles voltam a se encontrar num julgamento contra nazistas – onde Hanna é uma das acusadas.

O que eu achei: O livro é dividido em três partes, o começo do relacionamento, o reencontro no tribunal e o desfecho, anos após o veredito. Achei difícil passar do começo, pois não estava me prendendo, mas a partir do julgamento as coisas começaram a melhorar, e a última parte foi a que eu mais gostei de ler. A é Hanna uma personagem bastante complicada, e em certo ponto cheguei a pensar que nem o Michael, sabia que ela tinha feito algo horrível, mas ao mesmo tempo era difícil ficar contra ela. O final me foi inesperado – na verdade o livro todo é meio assim, li com a sensação de “onde será que isso vai dar?” – e eu só fiquei pensando no quanto ela afetou a vida do Michael – talvez negativamente. O livro é curto, mas ainda assim eu tive a sensação de que aconteceu muito – principalmente porque achei o começo bem arrastado e tinha a impressão de que não ia terminar nunca, rs. Fiquei com vontade de assistir ao filme, que é muito elogiado também.


   Um livro com um triângulo amoroso

Príncipe Mecânico – Cassandra Clare

Sobre o que é: Continuação de Anjo Mecânico. Tessa e os Caçadores de Sombras continuam procurando por Mortmain, o líder do exército mecânico que quer matá-los, com o agravante de que correm o risco de perder o Instituto caso não o encontrem.  Em meio a isso tudo, Tessa continua tentando entender o que ela é – com sua habilidade especial de se transformar em outras pessoas – e seus sentimentos que se dividem entre Will e Jem.

O que eu achei: Li o primeiro livro de Os Instrumentos Mortais em 2010 e não sei porque não li os outros, mas não foi porque achei ruim. Aí em 2013 decidi começar As Peças Infernais, por que não? E até então não tinha lido o segundo livro! Precisando passar da barreira do “primeiro livro” com a dona Cassandra Clare e seus Caçadores de Sombras, decidi que leria Príncipe Mecânico. E eu não lembrava mais de nada do primeiro! Mas alguns resumos depois e passado os primeiros capítulos, lembrei de Anjo Mecânico e não tive problemas com a leitura. :D Gostei bastaaante do livro, me causou uma impressão melhor do que os outros que tinha lido da Cassandra Clare. Passei a amar os personagens, e aí quando vi já estava envolvida na história e já sofrendo, a velocidade que eu lia já não era o suficiente para a minha vontade de descobrir o que acontecia! E o triângulo amoroso? É fácil nos outros livros, porque eu claramente já escolhia um dos caras e torcia por ele, mas aqui fica muito difícil, porque gosto tanto do Will quanto do Jem – e ao mesmo tempo em que não sei qual deles deve ficar com a Tessa, adoro a amizade dos dois e torço demais para que ela não seja abalada por isso. O jeito é shippar os três. Realmente adorei Príncipe Mecânico e lerei o último livro da trilogia logo logo! Me deu até vontade de ler Os Instrumentos Mortais, mas provavelmente ficará para o ano que vem, antes de estrear a série Shadowhunters que eu quero muito ver. :)
 

   Um livro que você começou mas nunca terminava

A Guerra dos Tronos – As Crônicas de Gelo e Fogo – George R.R. Martin

Sobre o que é: Ih, um monte de coisa – basicamente começa quando Eddard Stark aceita ser a Mão do Rei e aí ele se vê envolto em altas intrigas no reino. Além da constante ameaça do inverno, que vem chegando e pode ser cruel.

O que eu achei:  Tendo visto a série primeiro, não pude deixar de ver como ela foi bastante fiel ao material original – ainda que apenas ao primeiro livro, já que acho que nos outros as diferenças começam a ser maiores. Mesmo assim, foi bom para entender melhor a história e seus personagens – por exemplo, o Khal Drogo do livro ganha a minha simpatia muito mais rápido que o da série. E já tenho os meus xodós – Jon, Dany, Tyrion – então foi bom passar mais um tempo com eles.
E, pra falar a verdade, eu estou muito feliz por ter terminado esse livro. Gosto da série, e aí a escolha lógica pareceu comprar o box com os livros, é claro. Só que eu não sei o que aconteceu, mas eu nunca terminava de ler! Sei que não era a escrita, ou o fato de eu já saber o que acontecia… Não sei mesmo.  Enfim, grande ênfase no nunca ali. Agora só tem o resto da série que eu já comprei e preciso ler também…

historico
Meu tempo de leitura foi proporcional ao tempo que
o George R.R. Martin leva pra escrever.